segunda-feira, 15 de março de 2021

 AMORTECEDORES:
QUANDO DEVO TROCAR





Existe uma coisa que nenhum motorista gosta de fazer: manutenção desnecessária no carro. Ainda mais aquelas que geram gastos elevados. Porém, todos sabem da péssima qualidade das ruas e estradas brasileiras, o que acaba sobrecarregando a suspensão, componente vital de qualquer veículo.

O amortecedor é importantíssimo porque compõe o sistema de suspensão do veículo, controlando seu movimento. E, além disso, recai sobre ele a função de manter as rodas em contato com o solo, amortecendo os impactos gerados (como seu nome sugere).

Consequentemente, os amortecedores permitem a estabilidade do veículo durante as trepidações do trajeto, proporcionando estabilidade, segurança e conforto ao motorista. Dessa forma, mantê-los em bom estado significa menos desgaste tanto para os pneus, quanto para os componentes da suspensão. 

 

Quando devo trocar os amortecedores?

O momento ideal para trocar o amortecedor é quando a sua vida útil está próxima do fim. Nessa hora, os amortecedores começam a perder suas funcionalidades. E é importante salientar que os amortecedores devem ser trocados em pares ou todos ao mesmo tempo.

Existe um consenso de que a revisão dos amortecedores deve ser feita, em média, depois de 40 mil quilômetros rodados. Porém, esse parâmetro não pode ser considerado como absoluto, uma vez que sua durabilidade vai depender de diversos fatores como, a maneira com que o veículo é conduzido ou o tipo de terreno em que transita. 

Entretanto, a boa noticia é que seu carro apresentará sinais evidenciando que chegou a hora certa de trocar os amortecedores antigos por peças novas. 

Confira alguns desses sinais:


1 - TREPIDAÇÃO

Quando os amortecedores estão desgastados, eles não amortecem o impacto do solo com eficiência. Como consequência, o carro balança mais que o normal, principalmente na parte traseira. 

 

2 – PERDA DE ESTABILIDADE

Com os amortecedores desgastados, o carro fica mais instável, principalmente em curvas. Isso ocorre porque o veículo fica mais solto, balança mais e, assim, aumenta a dificuldade em manter a direção. Mesmo em linha reta, ao acelerar e frear, a automóvel balança bastante, gerando grande desconforto.

 

3 – BARULHOS NA SUSPENSÃO

Quando o amortecedor perde a pressão interna, a possibilidade de chegar ao final de seu curso é maior. Portanto, caso perceba que o seu carro faz barulho ao passar por lombadas ou subir e descer rampas de garagem, provavelmente passou da hora de trocar o amortecedor.

 

4 – DESGASTE DOS PNEUS

Como o carro é um sistema de peças interdependentes e um problema pode gerar uma reação em cadeia. Amortecedores desgastados aumentam o impacto do pneu com o solo devido às trepidações, desgastando-os. Além disso, ao não proporcionarem uma boa aderência dos pneus ao solo, dificultam no momento de frear o veículo

 

5 – VAZAMENTO NO AMORTECEDOR

Nos carros que possuem um espaço razoável entre o pneu e o para-lama, é possível visualizar o amortecedor. Veja se existe algum fluido viscoso como óleo ao redor dele. Não pode ter nada, o amortecedor deve se apresentar sempre seco. Caso perceba sinais de vazamento, está na hora de trocar o amortecedor. 

 

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FONTE: 
https://cpfabbri.com.br/quando-trocar-o-amortecedor-veja-5-sinais-de-que-chegou-a-hora/#:~:text=%C3%89%20importante%20salientar%20que%20os,de%2040%20mil%20quil%C3%B4metros%20rodados

https://blog.nakata.com.br/qual-e-a-hora-certa-de-trocar-o-amortecedor-descubra-neste-post/?gclid=Cj0KCQiA-aGCBhCwARIsAHDl5x-UoynMKpQycTFaFJiWLm5dFjFMIPKwkSy3fhjl3ISpiXbJoSS_AuAaAox_EALw_wcB

quarta-feira, 10 de março de 2021

CONSERVAÇÃO DE PNEUS: COMO FAZER ELES DURAREM MAIS




Uma parte considerável dos donos de algum veículo, acreditam que após a compra, as suas únicas preocupações são em manter o seguro e o IPVA em dia e levar o carro às revisões obrigatórias. É claro, esses são cuidados essenciais para manter o veículo rodando sem maiores problemas, porém não são todos!

Fora esses cuidados aparentes, existem uma quantidade grande de detalhes que merecem uma atenção especial dos proprietários, mas muitas vezes são deixados de lado. O cuidado com o pneu é um exemplo disso. Muitos só se preocupam em troca-lo quando sua vida útil realmente chega ao fim.

Você sabia que um pneu pode rodar até 50 mil Km antes de ser trocado? Lógico que para atingir essa marca ele precisa ser bem cuidado e utilizado.

Confira agora valiosas dicas, para manter seu pneu em ótimo estado por longos quilômetros.


1 - CALIBRAGEM PERIÓDICA

A calibragem periódica, em média a cada 15 dias, e pressão correta dos pneus são importantes tanto pela conservação da borracha quando pela durabilidade do carro.

A calibragem adequada garante a segurança e estabilidade do veículo. Se colocado mais pressão que o recomendado, vai desgastar mais rapidamente o centro da banda de rodagem. E se utilizar menos pressão, os lados do pneu vão gastar de forma mais acentuada.

Importante: consulte a pressão ideal estipulado pelo fabricante. Informação encontrada no manual.

2 - RODÍZIO

Conforme a utilização normal no veículo, os pneus dianteiros e traseiros estão sujeitos a cargas diferentes e nos momentos de frenagem, desgastam-se de formas muito distintas.

Geralmente o rodízio de ser feito a cada 10 mil km rodados, trocando os pneus dianteiros com os traseiros, respeitando os mesmo lados. Vale lembrar que esse procedimento simples, além de aumentar a vida útil dos pneus, garante também mais estabilidade e aderência do carro em pistas molhadas.

3 - ALINHAMENTO E BALANCEAMENTO 

Tanto alinhamento como balanceamento devem ser conferidos todas as vezes em que for feito o rodízio ou substituição de algum dos pneus. E quando o motorista notar que o veículo tende a puxar para algum dos lados ou quando sentir trepidações no volante.

Rodas alinhadas e balanceadas são uma das melhores formas de conservar os pneus contra o desgaste desigual. Dessa forma, esses procedimentos são essenciais para garantir uma vida útil elevada dos pneus.

4 - EXCESSO DE PESO

A sobrecarga é um dos fatores que exige maior esforço dos pneus, comprometendo além da própria estrutura interna, a composição de outras peças do automóvel. Logo, sempre que for necessário transformar algo mais pesado o ideal é tentar equilibrar o peso total.




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